[Tanta Guerra, Tanto Engano...]
No mar tanta tormenta e tanto dano,
Tantas vezes a morte apercebida;
Na terra tanta guerra, tanto engano,
Tanta necessidade aborrecida!
Onde pode acolher-se um fraco humano,
Onde terá segura a curta vida,
Que não se arme e indigne o Céu sereno
Contra um bicho da terra tão pequeno?
[I, 106]
Publicado por ALUENA em junho 9, 2004 07:09 PMQUE SAUDADES DE VIR CA, ANDO MUITO OCUPADA MAS ESPERO QUE VC ESTEJA BEM, TENHA UMA OTIMA SEXTA- FEIRA , MIL BEIJINHOS KAIRA
Afixado por: kaira em junho 11, 2004 05:09 AME disse-me a menina que não percebe nada destas coias de computadores, e tem aquela rosa lá posta!? Olhe, só há pouco tempo é que aprendi como se colocam links nos posts!Camões é o Pi da Lusofonia, e nada melhor que recordá-lo, lendo-o, ou então, fazendo o que eu fiz-Ouvindo Amália cantar alguns dos seus sonetos!
Afixado por: Valeria em junho 11, 2004 04:13 AMCamoes, Luis Vaz. Grande poeta.
Afixado por: sofia em junho 10, 2004 05:45 PME assim será sempre, Aluena
Afixado por: Yardbird em junho 9, 2004 11:18 PM