
Sou como a água.
Nenhuma barreira poderá represar-me e impedir que me torne um oceano.
Se barrarem minha passagem colocando grandes pedras no meu leito converter-me-ei em torrente, em cachoeira, e saltarei impetuoso.
Se me fecharem todas as saídas, eu me infiltrarei no subsolo.
Permanecerei oculto por algum tempo
mas não tardarei a reaparecer.
Em breve estarei jorrando através de fontes cristalinas
para saciar a sede dos transeuntes.
Se me impedirem também de penetrar no subsolo,
eu me transformarei em vapor,
formarei nuvens e cobrirei o céu.
E, chegando a hora,
atrairei furacão, provocarei relâmpagos,
desabarei torrencialmente,
inundarei e romperei quaisquer diques
e serei finalmente um grande oceano.
Quero dos deuses só que me não lembrem.
Serei livre - sem dita nem desdita,
Como o vento que é a vida
Do ar que não é nada.
O ódio e o amor iguais nos buscam; ambos,
Cada um com seu modo, nos oprimem.
A quem deuses concedem
Nada tem liberdade.
Fernando Pessoa
(Ricardo Reis)

ESTÁ ABERTA uma TERTÚLIA / CIRANDA
O tema é: " L I V R E " (falando sobre a Liberdade)
Decorre até 07/11/2004. 
Peço a vossa colaboração os poemas e / ou
pequenos textos enviados serão linkados aos SITES ou BLOGS, de quem os tiver.
Peço que coloquem:
o vosso NOME ou Pseudónimo
e a Cidade e País,
para identificação.
Serão PUBLICADOS por mim, assim que terminar
No site::: http://maktubpoemas.no.sapo.pt
FICO Á ESPERA conto com todos vós, meus amigos.
Abraço forte
ALUENA / PORTUGAL
NOTA: Peço a colaboração essencial da querida amiga e
poetisa "Marilena Basso"
e da cronista "Valéria Mendez".
RESPOSTAS para::: senda1@sapo.pt
http://maktubpoemas.no.sapo.pt
BLOG: http://bica.blogs.sapo.pt
Olá !
Está ENCERRADA a CIRANDA e TERTÚLIA, com o tema :
“Amália – Diva do Fado Português”.
Poderão consultar a página já no ar e verificar se está tudo bem.
http://maktubpoemas.no.sapo.pt/tertulia02-DIVAFADO.htm
Muito obrigada a todos pela disponibilidade, participação e carinho.
Conto convosco para o próximo desafio.
Recebam muitas flores em abraços de ternura e cheiro a maresia.
ALUENA / Portugal
ESTÁ ABERTA uma TERTÚLIA ou CIRANDA:
O tema é:
AMÁLIA RODRIGUES – “DIVA do FADO PORTUGUÊS”

Decorre até 25/10/2004.
Peço a vossa colaboração os poemas enviados serão linkados aos sites, quem os tiver,
E agradeço que coloquem o vosso nome ou Pseudónimo e a Cidade e País, para identificação.
Serão todos colocados no ar por mim assim que terminar esta TERTÚLIA ou CIRANDA.
No site http://maktubpoemas.no.sapo.pt
FICO Á ESPERA conto com todos vós meus amigos.
Abraço forte
ALUENA
MINHAS HOMENAGENS A TODOS OS POETAS
MINHA MÃE
Minha mãe, minha mãe!
Ai que saudade imensa
do tempo em que ajoelhava,
orando ao pé de ti.
Caia mansa a noite;
e andorinhas aos pares
Cruzavam-se, voando
em torno dos seus lares,
suspensos do beiral
da casa onde eu nasci.
Era a hora em que já sobre o feno das eiras
dormia quieto e manso o impávido lebreu.
Vinham-nos da montanha as canções das ceifeiras,
e a lua branca, além, por entre as oliveiras,
como a alma dum justo, ia em triunfo ao Céu.
E, mãos postas, ao pé do altar do teu regaço
vendo a lua subir, muda, alumiando o espaço
eu balbuciava minha infantil oração,
pedindo ao Deus que está no azul do firmamento
que mandasse um alívio a cada sofrimento,
que mandasse uma estrela a cada escuridão.

Se Deus suportasse a lama
Só por mal gerando o mal
Ninguém veria uma flor
Saindo do pantanal.
Se lanço condenação
Eis a lição com que esbarro:
O pão que enriquece a mesa
Vem de uma cova de barro.
Alegrias sobre as dores,
Quantas no campo da vida!...
Anota o custo da seda
Ante a lagarta esquecida.
Não reproves alma alguma
Em provações dolorosas!...
Há muita raiz no lodo
Para que o ramo dê rosas.
Demonstrando que a virtude
É sempre amor em ação,
Deus mostra os astros por jóias
No cofre da escuridão.
FERREIRA AGUIAR
Psicografia de: Francisco Cândido Xavier
IN: "Rosas com Amor"

No campo, perto da grande estrada, estava situada uma gentil morada que você já deve ter notado.
Na frente dela se encontra um jardim com flores e uma paliçada verde;
não longe dali, no meio da erva fresca, floria uma pequena Margarida.
Graças ao Sol que a aquecia com seus raios assim como às grandes e ricas flores do jardim, ela se desenvolvia hora a hora.
Certa manhã, inteiramente aberta, com suas pequenas pétalas brancas e brilhantes, que se pareciam com um Sol em miniatura rodeado de seus raios.
Quando a percebiam na relva e a fitavam como a uma flor insignificante,
ela se inquietava um pouco.
Vivia contente, respirava as delícias do calor do Sol e ouvia o canto do Rouxinol que se elevava nos ares.
E assim a pequena margarida estava feliz como num dia de festa, embora fosse apenas segunda-feira.
Enquanto as crianças, sentadas no banco da escola, aprendiam as suas lições, ela, sustentada por seu caule verde, aprendia sobre a beleza da natureza e sobre a bondade de Deus, e parecia-lhe que tudo o que sentia em silêncio, o pequeno rouxinol exprimia perfeitamente em suas canções felizes.
Assim ela olhava com uma espécie de respeito o pássaro feliz que cantava e voava mas não sentia a mínima vontade de fazer outro tanto.
Eu vejo e ouço - pensou ela - o Sol me aquece e o vento me beija.
Oh! eu faria mal se me queixasse.
Dentro do jardim havia uma quantidade de flores lindas e viçosas;
quanto menos perfume tinham mais bonitas eram.
As peônias se inflavam a fim de parecerem maiores do que as rosas; mas não é o tamanho que faz uma rosa.
As tulipas brilhavam pela beleza de suas cores e se pavoneavam com pretensão; não se dignavam lançar um olhar sobre a pequena margarida, enquanto que a pobre as admirava dizendo:
- Como são ricas e belas! Sem dúvida o pássaro maravilhoso vai visitá-las. Obrigada, meu Deus, por poder assistir a esse belo espetáculo.
E, no mesmo instante, o rouxinol levantava seu voo, não para as peônias e as tulipas, mas para a relva ao lado da pobre margarida, que, louca de alegria, não sabia mais o que pensar.
O pequeno pássaro começou a saltitar em volta dela cantando:
- Como a relva é macia! Oh! A encantado a florzinha de coração de ouro e vestido de prata!
Não se pode fazer uma idéia da bondade da pequena flor.
O pássaro a beijou com seu bico, cantou à sua frente, depois subiu para o azul do céu.
Durante mais de um quarto de hora, a margarida não pôde se refazer da sua emoção. Um pouco envergonhada, mas orgulhosa no fundo do coração, ela olhou para as outras flores do jardim.
Testemunhas da honra de que fora alvo, elas deveriam compreender a sua alegria;
mas as tulipas ainda estavam mais rígidas do que antes; sua figura vermelha e pontuda exprimia seu despeito.
As peônias levantavam a cabeça com soberba.
Que sorte para a margaridinha que elas não pudessem falar!
Teriam dito coisas bem desagradáveis.
A florzinha apercebeu-se e ficou triste com aquele mau humor.
Alguns instantes depois, uma menina armada de uma grande faca afiada e brilhante entrou no jardim, aproximou-se das tulipas e cortou-as uma a uma.
- Que infelicidade! - disse a margaridinha suspirando - eis uma coisa pavorosa!
E enquanto a menina levava as tulipas, a margarida se alegrava por não ser mais do que uma florzinha no meio da relva.
Apreciando a bondade de Deus e cheia de reconhecimento, ela fechou suas folhas no fim do dia, adormeceu e sonhou a noite inteira com o Sol e o pequeno pássaro.
Na manhã seguinte, quando a margarida abriu suas pétalas ao ar e à luz, reconheceu a voz do pássaro, mas seu canto era muito triste.
O coitado fôra aprisionado dentro de uma gaiola e suspenso na varanda. Cantava a felicidade da liberdade, a beleza dos campos verdejantes e as antigas viagens pelos ares.
A pequena margarida bem que quisera ir em seu auxílio: mas que fazer?
Era uma coisa difícil. A compaixão que ela sentia pelo pobre pássaro cativo fez com que se esquecesse das belezas que a rodeavam, o doce calor do Sol e a brancura extasiante de suas próprias pétalas.
Logo dois meninos entraram no jardim; o mais velho levava na mão uma faca comprida e afiada como a da menina que cortara as tulipas.
Dirigiram-se para a margarida que não podia compreender o que eles queriam.
- Aqui nós podemos levar um belo pedaço de erva para o rouxinol - disse um dos meninos - e começou a cortar um quadrado profundo em volta da pequena flor.
- Arranque a flor! - disse o outro.
Ao ouvir essas palavras a margarida tremeu de medo. Ser arrancada significava perder a vida; e jamais ela gozara tanto a existência como naquele momento em que esperava entrar com a grama na gaiola do pássaro cativo.
Não, deixemo-la aí - respondeu o maior - ela está muito bem colocada.
E assim ela foi poupada e entrou na gaiola do pássaro.
O pobre pássaro, lamentando amargamente o seu cativeiro, batia com as asas nos ferros da gaiola. E a pequena margarida não podia, malgrado todo o seu desejo, fazê-lo ouvir uma palavra de consolo.
E assim se passou o dia.
- Não há mais água aqui - gritava o prisioneiro - todos saíram sem me deixar uma gota de água. Minha boca está seca e tenho uma sede terrível! Ai de mim! Vou morrer, longe do Sol brilhante, longe da fresca erva e de todas as magnificências da criação!
Mergulhou o bico na erva úmida a fim de refrescar-se um pouco.
Seu olhar caiu sobre a pequena margarida;
fez um sinal amistoso e disse ao beijá-la:
- Você sim, pequena flor, perecerá aqui!
Em troca do mundo que eu tinha à minha disposição, deram-me algumas folhas de relva e você como companhia.
Cada folha de erva deve ser para mim uma árvore; cada uma de suas pétalas brancas uma flor odorífera. Ah! você me faz lembrar tudo aquilo que eu perdi!
- Se eu pudesse consolá-lo? - pensava a margarida, incapaz de fazer o mínimo movimento.
No entanto, o perfume que ela exalava tornava-se cada vez mais forte;
o pássaro compreendeu e, enquanto enfraquecia com uma sede devoradora que o fazia arrancar todos os pedaços de relva, tomava cuidado para não tocar na flor.
A noite chegou; ninguém estava lá para levar uma gota de água para o pobre pássaro.
Então ele abriu suas belas asas sacudindo-as convulsivamente e fez ouvir uma pequena canção melancólica.
Sua cabecinha se inclinou para a flor e seu coração ferido de desejo e de dor cessou de bater.
A esse triste espetáculo, a margaridinha não pôde, como na véspera, fechar suas pétalas para dormir; trespassada pela tristeza, caiu ao solo.
Os meninos não chegaram senão no dia seguinte.
Ao verem o pássaro morto, choraram muito e abriram uma sepultura.
O corpo encerrado numa linda caixa vermelha foi enterrado realmente, e sobre seu túmulo semearam pétalas de rosa.
Pobre pássaro! enquanto ele vivia e cantava, haviam-no esquecido em sua gaiola e deixaram-no morrer de sede; depois de sua morte, choravam-no e enchiam-no de honrarias.
A relva e a margarida foram jogadas no pó da estrada;
e ninguém nem pensou que algum dia ela tivesse podido amar
tão ternamente o pequeno pássaro.
Hans Christian Andersen
DE: http://www.universodasfabulas.hpg.ig.com.br/

PENSE QUE VOCÊ MESMO É A LUZ
QUE TANTO ESPERA ENXERGAR.
NÃO ESPERE QUE OUTRA PESSOA ILUMINE O SEU CAMIMHO.
ILUMINE O DE OUTREM E O SEU PRÓPRIO
FICARÁ MAIS CLARO.
DEIXO MEUS ENLACES, MEUS ABRAÇOS
COMO UM EXERCÍCIO DE POESIA
QUE DE VEZ EM QUANTO GOSTO DE FAZER.
PODEM VISITAR ESSE CANTINHO
DESEJO QUE GOSTEM E ENVIEM ALGUNS POEMAS
PARA QUE EU TENTE ENLAÇAR
EM AMIZADE, TERNURA E SEMPRE SEMPRE
VOS ABRAÇAR.
É APENAS O MEU DESEJO SINCERO
DE DAR E RECEBER, DE PARTILHAR,
DE TROCAR OS SENTIMENTOS DE DOR,
ALEGRIA E TANTOS OUTROS
CONJUGANDO O VERBO AMAR
CONVIDO-VOS A CONFIRMAR!
BJS.
ALUENA

Meiga flor!
que brotando de teu rústico caule,
hesitante desabrochas (pois de modo estranho,
este escuro mês pesado e rouco,
que nos faz bater os dentes,
emprestou a voz de Zéfiro e contemplou-te
com libidinosos olhos azuis),
ai de ti, pobre flor!
Samuel Taylor

O progresso tecnológico trouxe para a humanidade uma série de benefícios, isso é indiscutível.
Por um lado isso é bom, mas por outro, deixa as pessoas menos sensíveis, menos humanas, mais indiferentes.
As instituições seguiram pelo mesmo caminho, e foram se tornando frias, embora eficientes.
Mas esse problema não passou despercebido aos olhos do jovem psicólogo inglês, Tom Crabtree. Ele estava sempre disposto a entender quando as pessoas precisavam dele para dividir suas dores. E compreendia também que nem sempre falar é a melhor solução.
Conta ele que, logo que iniciou sua carreira profissional, numa clínica de orientação para crianças, no noroeste da Inglaterra, certo adolescente chegou para vê-lo.
Ele foi até à recepção e percebeu o rapaz que andava de um lado para o outro, agitado e assustado.
Levou-o até sua sala e lhe indicou a cadeira do outro lado da mesa.
Era fim do outono. A árvore em frente à janela não tinha folhas.
Sente-se disse ao jovem.
David vestia uma capa preta impermeável, abotoada até o pescoço.
O rosto estava pálido. Torcia as mãos com nervosismo e olhava fixamente para os pés.
Seu pai falecera quando era bebê. Foi criado pela mãe e pelo avô. Mas no ano anterior, quando David tinha 13 anos, o avô faleceu e a mãe morreu num acidente de carro.
Agora, com 14 anos, estava em tratamento.
O diretor da escola o havia encaminhado, com um bilhete: "esse garoto encontra-se muito triste e deprimido, o que é bastante compreensível. No
entanto, ele se recusa a falar com quem quer que seja. Estou muito preocupado.
Você pode ajudar?"
O jovem psicólogo olhou para o garoto. Como poderia ajudá-lo? Há tragédias humanas para as quais a psicologia não tem respostas, para as quais não há palavras.
Às vezes, ouvir com toda a atenção e sentimento é o mais apropriado, pensou.
Nas duas primeiras visitas David não falou. Afundado na cadeira, só levantava os olhos para fixá-los nos desenhos infantis que decoravam a
parede.
Quando David saía do consultório, após a segunda sessão, Tom colocou a mão sobre o seu ombro. O garoto parou. Não se retraiu, mas, ainda assim, não olhou para o médico.
Venha na próxima semana, se quiser, disse Tom. Fez uma pausa e acrescentou:
"sei que é doloroso."
David veio e Tom sugeriu que jogassem xadrez. O rapaz fez que sim com a cabeça.
Os jogos de xadrez continuaram todas as quartas-feiras à tarde, em silêncio total e sem contato visual da parte do garoto.
Embora não seja fácil trapacear no xadrez, Tom sempre fazia de tudo para que David ganhasse uma ou duas vezes.
O menino chegava cedo, procurava o tabuleiro e as peças na estante. Começava a arrumá-las antes mesmo que Tom sentasse. Parecia estar gostando da idéia.
Mas por que nunca me olhava? Pensava Tom.
Talvez ele precise simplesmente de alguém com quem dividir a dor. Talvez sinta que respeito a dor dele. Concluiu Tom.
Numa tarde, quando o inverno dava lugar à primavera, David tirou a capa e a colocou nas costas da cadeira.
Enquanto arrumavam as peças do jogo de xadrez, seu rosto parecia mais animado, os movimentos mais vivos.
Alguns meses depois, quando flores já recobriam a árvore lá fora, Tom olhava David enquanto ele se inclinava sobre o tabuleiro. Pensava que pouco se sabe sobre terapia, sobre os misteriosos processos de cura.
De repente, o garoto levantou os olhos e disse: "sua vez."
Depois disso, David começou a falar. Fez amigos na escola e entrou para o clube de ciclismo.
Um dia chegou um cartão postal de David que dizia: "estou passeando de bicicleta com amigos e me divertindo muito."
Tempos depois tom recebeu uma carta em que David falava que pretendia ir para a universidade.
Tom ofereceu algo a David, mas certamente aprendeu como o tempo pode tornar possível superar o que parece dolorosamente insuperável.
Aprendeu, ainda, como estar lá quando alguém precisa dele. E que se pode entrar em contato com outro ser humano sem usar palavras. Só é preciso um abraço, um toque gentil, um ouvido atento, um coração solidário.
publicado na Revista Seleções do Reader's Digest, de Maio




INGREDIENTES:
1 Kg de polpa de marmelo
1 Kg. de açúcar pilé
Água q.b.
CONFECÇÃO :
Descasque os marmelos, limpe-os e corte-os aos quartos.
Vá colocando os marmelos num alguidar com água, mudando-a várias vezes.
Guarde as cascas e as pevides para posteriormente fazer a geleia.
Coloque ao lume um tacho ou uma panela com água e, quando esta estiver a ferver, junte os marmelos cortados.
Logo que estejam cozidos, tire-os da água e coloque-os a escorrer num passador.
Não deixe escorrer muito, para que a marmelada não fique muito dura.
Pese a polpa, passe-a num «passe-vite», junte o mesmo peso de açúcar pilé e bata muito bem.
Coloque ao lume, mexendo sempre com uma colher de pau.
Quando levantar fervura, deixe ferver um pouco mais até fazer estrada.
Tire do lume e verta a marmelada imediatamente para tijelas.
Coloque ao sol para a marmelada secar, tape com papel vegetal e guarde.
N O T A :::
Se quiser que a a marmelada fique branca, deite uma mão cheia de sal para a água onde se colocam os marmelos descascados.