UuuuuuHHHHHHmmmmm!....
Esta RECEITA para si
INGREDIENTES:
5 Ovos
1 lata de Leite Condensado
RECEITA:
Coza a Lata de Leite Condensado na panela de pressão durante 45 minutos.
Entretanto partem-se os Ovos, separa-se as Gemas e batem-se
as Claras em castelo.
Quando o Leite Condensado tiver cozido, deixe arrefecer, em seguida
junte as Gemas, misture, de seguida junte ao preparado
as Claras em castelo.
Põe-se no frigorifico, ao fim de 3 horas já pode ser servido.
Pode-se enfeitar com nozes picadas, ou bolacha ralada,
mas o melhor mesmo é torrar umas amêndoas e decorar
com estas, servindo mais algumas à parte, pois ligam muito
bem com este doce.
BOM APETITE!...
IN : PAPAROCA DOCE

INGREDIENTES:
Perdão, Alegria, Paciência, Fé, Perseverança, Vontade de Ser Feliz e Paz
PREPARAÇÃO:
Misture no recipiente bem lavado da sua alma, chocolate, mais perdão e alegria. Deixe calmamente em banho-maria até que todas as mágoas e rancores sejam depurados.
Espere esfriar um pouco, salpicando perseverança e paciência
e despeje nos dois lados do coração.
Prepare o seu bombom predileto com recheios de paz e vontade de ser feliz.
Eleve o seu pensamento a Deus nessa hora.
Desenforme as duas partes moldadas no coração,
coloque dentro os bombons,
embrulhe com um papel transparente de amizade,
verdejante e luzente de esperança.
Amarre com fitas prateadas de carinho e mande muitos, muitos,
pra quem não te entende também... é tempo de redenção.
O CARTÃO É IMPORTANTE :
“Quero passar com amor na sua vida e ficar se você me permitir.
FELIZ PÁSCOA
com chocolate no coração”.
(recebi da amiga GI)
Você é forte
quando pega sua mágoa e ensina a sorrir.
Você é corajoso
quando supera seu temor e ajuda os outros a fazer o mesmo.
Você é feliz
quando vê uma flor e se vê abençoado.
Você é amoroso
quando sua própria dor não lhe faz cego à dor dos outros.
Você é sábio
quando conhece os limites de sua sabedoria.
Você é verdadeiro
quando admite que há vezes em que você se engana.
Você está vivo
quando a esperança de amanhã significa mais a você do que o erro de ontem.
Você é livre
quando têm o controle de si e não deseja controlar os outros.
Você é honrado
quando descobre que sua honra é honrar os outros.
Você é generoso
quando pode receber tão docemente quanto você pode dar.
Você é humilde
quando você não sabe como pode ser humilhado.
Você é atencioso
quando me vê exatamente como sou e me trata exatamente como você é.
Você é misericordioso
quando perdoa nos outros as faltas que você condena em si mesmo.
Você é belo
quando não precisa que um espelho lhe conte.
Você é rico
quando nunca precisa mais do que o que você tem.
Você é você
quando está em paz com quem você não é.
Tradução SergioBarros
IN: Fonte para reflexão

Hoje partilho com todos vós o meu
"BAÚ DE RECORDAÇÕES"
A ternura da "CARTA para NETA"
* * *
Para quem quer um Poema lindo para enviar
no Dia do PAI, recomendo este :
"Pedaços de Ti"

Ciclo de conferências e exposição
assinalam memória de "cidadã exemplar"
O Museu da República e Resistência, em Lisboa, inicia hoje um ciclo de conferências dedicado a Maria Lamas, jornalista, poetisa, novelista e uma defensora dos direitos das mulheres, disse à agência Lusa o director do museu, João Mascarenhas.
O responsável adiantou que, a "pretexto do Dia Internacional da Mulher, o museu decidiu homenagear a escritora através da exposição "Maria Lamas - Uma mulher do nosso tempo", inaugurada na passada terça-feira, e através dos ciclos de conferências.
A conferência de hoje, subordinada ao tema "Maria Lamas e o combate pela Liberdade", é proferida por Margarida Tengarrinha, artista plástica, e Dulce Rebelo, dirigente nacional do Movimento Democrático das Mulheres.
A vida de Maria Lamas
Maria Conceição Vassalo e Silva (Maria Lamas) nasceu em Torres Novas em 1893 e começou a escrever em 1914 em publicações locais, usando os pseudónimos Maria Fonseca ou Serrana dAyre.
Com o pseudónimo de Rosa Silvestre, publicou em 1923 o seu primeiro livro de poesia "Humildes" e o romance "Diferença de Raças".
Dois anos mais tarde, começou a colaborar em revistas e publicações infantis e, mais tarde, escreveu vários contos infantis como "Maria Cotovia" e "As aventuras de cinco irmãozinhos".
O primeiro trabalho que assinou como o nome de Maria Lamas foi o romance "Para além do amor", em 1935.
Maria Lamas dá os primeiros passos como jornalista na redacção de O Século, em Abril de 1929, e pouco tempo depois passa a dirigir o semanário feminino "Modas e Bordados", o que faz com enorme sucesso até 1947.
Como directora honorária do Modas&Bordados, foi uma das primeiras pessoas a receber a Ordem da Liberdade das mãos do Presidente da República.
Maria Lamas e a política
Destaca-se na política integrando as organizações democráticas opositoras ao Estado Novo e, em 1947, é eleita presidente do Conselho Nacional das Mulheres Portuguesas, associação fundada durante a I República e alvo de sistemática repressão pelo regime salazarista.
O Conselho viria a ser encerrado algum tempo depois pela PIDE, mas o cargo permite que Maria Lamas percorra o país e conheça melhor a condição das mulheres.
"As Mulheres do Meu País" e "A Mulher no Mundo" foram dois dos estudos que empreendeu e publicou sobre a situação da mulher.
As suas posições políticas valeram-lhe várias detenções ao longo da vida e viveu exilada em Paris de Junho de 1962 a Dezembro de 1969.
Maria Lamas foi uma das fundadoras do Movimento Democrático das Mulheres (MDM) e foi presidente honorária do movimento desde 1975.
O MDM recorda que Maria Lamas foi "uma lutadora incansável pela dignidade e pelos direitos das mulheres, mas também a imagem de uma mulher de cultura: escritora, romancista, jornalista, feminista, intelectual com grande participação política".
Maria Lamas faleceu em Évora aos noventa anos de idade e deixou um legado de conhecimento e de estudo sobre as mulheres numa diversidade de papéis e contextos, refere João Mário Mascarenhas.
No dia 17 e 19 de Março terão lugar mais duas conferências no Museu República e Resistência, no Espaço Cidade Universitária, em Lisboa, subordinadas aos temas "Maria Lamas e a Cidadania" e "Maria Lamas e a Escrita".

Esperança, abraço e beijo
olhos de criança,
guaritas de dor,
prantos esfaimados
como que açoitados
pelo vendaval dos antros
desbragados.
Partilhamos sol e sofrimento.
Somos rios de calmaria
luares sangrentos
correndo num desafio
pelas vertentes sem fim
esfaimados de paz.
E...
São mãos de algodão em rama,
semeando um elixir
onde o espanto e a loucura
do que parece não ser
mais parece gargalhar
um desumano crescer.
AH!...
Quem me dera ser Sol.
Ah!...
Quem me dera ser espada.
Pra ficar assim colada
embrulhada em lençóis
de nuvens,
na poeira do teu ser.
Harmonia em Sol Maior.
Volitando sentimentos
embriagados,
toldados
na urgência do amor,
na pressa de viver.
PAZ!...
Semeadura infinita
de tudo que irás colher.
Religarás muitas vidas
inflamarás nossas lutas,
na mais perfeita harmonia
do que é ou deixa de ser.
PAZ!...
Quando a luz que nos alcança
nos lembra da dor saudade
do que já foi e vai ser,
no ciclo do renascer.
Alegria infinita,
despenteada d'orvalho
no dia que vai nascer.
ALUENA
Todos os Direitos Reservados
IN: MAKTUB POEMAS
Deitada na areia,
Enternecida d'angústia
Dum dia de Verão,
Compreendi finalmente
Toda a dor dos outros.
Olhando nuvens d'algodão em rama
Que vão correndo
Num céu azul de céu,
Senti a liberdade
e o desespero
e a alegria de andar no mundo
vivendo sem mim.
ALUENA
Reservados Direitos de Autor
IN: MAKTUB POEMAS

MULHER
Amor, ternura
Mulher ventura
Contaminação,
Fonte de pacificação
Lutas sem fim
Noites e dias assim,
Força, ajuda, amparo
Em cada nascimento,
Ela é ressurreição.
ALUENA
Portugal
06/03/2005 – 13h46
MAKTUB POEMAS
Obrigada TESY CARIAGA - CHILE pelo fundo músical que me enviou.
VIVA O DIA 8 DE MARÇO
DIA INTERNACIONAL DA MULHER
Vamos OUVIR um AUDIO ?
Espero que gostem.
DOCES AMIGOS, BOM DOMINGO!...
Meu amor!
Que em toda a parte vejo
Qu'em toda a parte beijo
Que não quero a mais ninguém.
Oh, amor!
Que estás nos meus gestos
Nos meus olhos
No meu corpo
Como a sede que não é mitigada;
Como a força que não cessa;
Como a fome que mata.
Andrajos de corpos nus
Que de rastos em espelhos baços
Passam sem nos conhecer...
O mundo é cego,
Nós somos um só
E os olhos do medo
Tornarão pó.
Maria Manuela Silva
Reservados Direitos de Autor
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